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EX-SECRETÁRIO DA GESTÃO MÁRCIA LUCENA DENUNCIA ADITIVOS EM OBRA CONCLUIDA E ENTREGUE HÁ MAIS DE UM MÊS. VALOR DA OBRA PARA PERFURAÇÃO DE UM POÇO PODE ULTRAPASSAR 220 MIL REAIS

O Ex-Secretário de Infraestrutura da Gestão de Márcia Lucena, Fabiano Medeiros, que participou do governo Girassol na cidade de Conde durante mais de 3 anos e meio, pedindo exoneração no último mês de junho, denunciou nessa quarta-feira, 05/08/2020, durante uma Live com o jornalista Marcos Marinho, um estranhíssimo ato da prefeita de Conde-PB.

Medeiros mostrou o Diário Oficial do Município de Conde do último dia 31/07/2020 que traz um Aditivo de Contrato que aumenta o prazo do contrato em mais 45 dias, a partir do último dia 21/07/2020, o que só se encerraria em 05/09/2020.

Ainda segundo a denúncia de Medeiros, o contrato teve um Aditivo no valor de 30 MIL Reais na obra que já foi entregue e inaugurada desde o dia 25/06/2020 inclusive registrado pelo site oficial da prefeitura de Conde.

Porém, a denúncia do Ex-Secretário Medeiros parece ser bem mais grave.

O contrato 00020/2020, que foi aditivado no último dia 31, não cita no “objeto” do aditivo que haveria aumento no valor da obra.

Porém, demonstra que há através do Instrumento de Aditivo de Contrato um Aumento no valor da obra que já foi concluída, inaugurada e entregue, no valor de 30 mil Reais, o que aumentaria a obra para 90 mil reais, segundo o documento publicado no diário oficial.

Porém, o Portal A Voz do Conde teve acesso ao contrato original da obra.

O Contrato 00020/2020, assinado pela prefeita Márcia Lucena em 23/01/2020, previa um valor inicial de R$ 192.486,32, e com o aditivo publicado passaria para mais de 220 Mil reais pela perfuração de um poço.

Estranhamente o valor do aditivo aumenta em 15% o contrato entre a Gestão Márcia Lucena e a empresa contratada.

Importante destacar que Márcia Lucena está usando tornozeleira eletrônica por ser denunciada como integrante de uma ORCRIM, que segundo o Gaeco e o Ministério Público Federal desviou mais de 134 Milhões de Reais dos cofres públicos.

Ela foi acusada de cobrar pessoalmente propina de empresas que chegavam a 25% dos valores dos contratos.

Medeiros finalizou sua participação na Live questionando como pode uma obra concluída, inaugurada e entregue há mais de 1 mês, receber aditivo de prazo e valor.
Jogando a bomba para os poderes fiscalizadores, começando pelo Parlamento Mirim da Cidade do Conde.

Da Redação.

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